História

Em maio de 2016, a Deialu Cordões iniciou suas atividades com o propósito de atender as necessidades da fundadora e artesã que procurava um “fio diferente” para seus trabalhos em crochê, assim como das demais artesãs de sua família e amigas. Descontente com o barbante e o “fio náutico” de polipropileno oferecido no mercado na época, a fundadora queria algo mais encorpado, macio e maleável e que não machucasse tanto as mãos na hora de fazer crochê. Um dia ao amarrar o cordão de uma peça de vestuário, é que veio a idéia: “por que não adaptar ao crochê?”. A partir daí começou a fabricação dos cordões de poliéster para o crochê. Claro que a idéia da utilização de um material para o crochê mais macio e que não retém umidade já fazia sucesso em outros países. Aqui no Brasil até então, não era produzido cordão de poliéster para a utilização específica em trabalhos manuais, como no crochê. Tempos depois surgiram outros fabricantes que estão ai no mercado atualmente.

Desde seu início, os cordões vem sendo aperfeiçoados sem perder o propósito inicial, que é fornecer um produto diretamente de fábrica ao artesão e a artesã que procura um fio diferente para seus trabalhos manuais com um preço mais acessível.

Os cordões 100% poliéster da Deialu Cordões são produzidos para dar um toque especial para quem procura algo diferente.

Missão, Visão e Valores

Missão: Desenvolver cordões de qualidade que possam maximizar valor ao produto do cliente.

Visão: Ser empresa de referência, reconhecida como a melhor opção por clientes pela qualidade de nossos produtos.

Valores:Proximidade ao cliente, Qualidade superior, Comprometimento, Respeito, Ética, Transparência e Renovação.

Sustentabilidade

A Deialu Cordões possui um rigoroso controle quanto ao desperdício da matéria-prima utilizada na fabricação dos cordões. Utiliza 100% da matéria- prima adquirida.

Os cones plásticos usados para enrolar os cordões são reaproveitados a partir da matéria-prima, evitando assim aquisição de mais material plástico.

Para evitar o uso excessivo de materiais em papel, o catálogo não é distribuído impresso. Somente é visto através de acesso virtual pelos clientes.

 

“O maior de todos os erros é não fazer nada só porque se pode fazer pouco. Faça o que lhe for possível”. – Sydney Smith

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